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Um suplemento alimentar natural reduz a ansiedade

 Um suplemento alimentar natural reduz a ansiedade

18.05.2021

De acordo com um novo estudo do Instituto Weizmann de Ciências,  é provável que os resultados em camundongos se apliquem aos humanos.

 A substância beta-sitosterol está presente em uma variedade de plantas comestíveis como abacate, e também em pistaches, amêndoas, óleo de canola, e alguns grãos e cereais,  ela tem sido comercializada há anos como suplemento. Nos camundongos, quantidades alcançadas apenas pelo consumo do suplemento, foram efetivas tanto por si só quanto em combinação sinérgica com um antidepressivo para reduzir a ansiedade, conforme a publicação na Cell Reports Medicine.

Os cientistas descobriram que a substância reduz a expressão de vários genes conhecidos por serem ativados em situações estressantes e altera metabólitos e neurotransmissores em áreas cerebrais envolvidas na ansiedade.

O Prof. Mike Fainzilber do departamento de Ciências Biomoleculares aponta: “Há necessidade de testes clínicos do uso de beta-sitosterol para reduzir a ansiedade em humanos. Até lá, recomendamos que as pessoas consultem seus médicos antes de tomar o suplemento para esse fim.”

OS CIENTISTAS: Prof. Michael Fainzilber e Dr. Nicolas Panayotis

 

Saiba mais: A Natural Food Supplement May Relieve Anxiety

Covid-19. Cientistas do Weizmann descobrem uma estratégia de três vias exclusivas do SARS-CoV-2 para tomar o controle

 Covid-19. Cientistas do Weizmann descobrem uma estratégia de três vias exclusivas do SARS-CoV-2 para tomar o controle. 

11.05.2021

 

Um novo estudo, publicado na Nature, revela uma estratégia multifacetada que o vírus emprega para garantir sua replicação rápida e eficiente, evitando a detecção pelo sistema imunológico.

O trabalho conjunto dos grupos de pesquisa do Instituto Weizmann de Ciências e Instituto israelense de Ciências Biológicas, Químicas e Ambientais elucidou como é capaz o SARS-CoV-2 de, em questão de horas, assumir o maquinário de fabricação de proteínas da célula e, ao mesmo tempo, neutralizar a sinalização antiviral atrasando a resposta imune.

Os pesquisadores mostraram que o vírus é capaz de hackear o hardware da célula usando três táticas separadas, mas complementares. A primeira tática é reduzir a capacidade da célula de traduzir genes em proteínas. A segunda é degradar as moléculas que carregam instruções para fazer proteínas (RNAs mensageiros mRNA) das células – enquanto os seus próprios mRNA permanecem protegidos. O terceiro, impede a exportação de mRNAs do núcleo da célula, para que não possa servir de modelo para síntese proteica.

Ao empregar essa estratégia de três vias, que parece ser exclusiva do SARS-CoV-2, o vírus assume o controle da síntese de proteínas da célula. A boa notícia é que ao identificar as proteínas virais envolvidas no processo, há novas oportunidades para o desenvolvimento de tratamentos eficazes a Covid-19.

Saiba mais: The Triple Threat of Coronavirus

O Método Weizmann revela os segredos mais bem guardados do RNA

 O Método Weizmann revela os segredos mais bem guardados do RNA

05.04.2021

Compartilhamos cerca de 90% de nossas proteínas com camundongos, mas as nossas diferenças se explicam por mudanças em elementos genéticos que determinam quais genes estão ligados ou desligados, e quando. Combinando ferramentas da ciência de dados com dados biológicos de seres humanos e de 20 outras espécies, incluindo cães, gambás, galinhas, lagartos, peixes e tubarões, a equipe do Prof. Igor Ulitsky do Instituto Weizmann de Ciências desenvolveu um algoritmo que detecta semelhanças nas moléculas entre diferentes espécies.

O método Weizmann pode ser usado para identificar as partes de uma molécula que são cruciais para sua função, incluindo aquelas que podem servir como alvos de tratamento em caso de doença.

Eles já estudaram uma região da molécula que freia um gene que sofreu mutação em pessoas com epilepsia e autismo. Os cientistas identificaram os segmentos mais essenciais e estão testando em ratos as primeiras moléculas específicas para aliviar sintomas neurológicos.

 

Saiba mais: When the Beads Line Up

Tomatopedia

 Tomatopedia 

29.04.2021

 

Um novo e enorme banco de dados ajuda a revelar enigmas do tomate e pode facilitar a criação de variantes deliciosas e resistentes a doenças.

Os pesquisadores mapearam a expressão genética de 11.000 genes para cada uma das 600 linhas de híbridos de tomate do banco de dados, em diferentes estágios de amadurecimento, e informações sobre sensibilidade a fungos. O novo banco de dados que abrange traços genéticos e metabólicos de tomates selvagens e cultivados, foi criado por pesquisadores do Instituto Weizmann de Ciências, em colaboração com cientistas da Universidade Hebraica de Jerusalém, entre outros. Com ferramentas computacionais, eles conseguiram correlacionar diferentes porções do genoma do tomate, ou mesmo genes únicos, com variações no metabolismo da planta.

As novas descobertas podem ser usadas para melhorar a cultura de tomates, desenvolver novos fungicidas e avançar na reprodução seletiva de variedades mais resistentes.

 

Saiba mais: GORKY Protein Turns Bitter Tomatoes Sweet

Anunciamos o agraciado com a bolsa de pós-doutorado Morá Miriam Rozen Gerber Fellowship

Anunciamos o agraciado com a bolsa de pós-doutorado Morá Miriam Rozen Gerber Fellowship, Rodney Fonseca, do Ceará para Israel para pesquisar análise de Big Data.

 

O cearense Rodney Fonseca, após concorrido processo seletivo, foi o ganhador da bolsa de pós-doutorado Morá Miriam Rozen Gerber Fellowship. Graduado em Estatística na Universidade Federal do Ceará, mestre pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), e doutor pela Unicamp,  o jovem de 27 anos vai trabalhar em uma das equipes de pesquisa científica de dados mais prestigiada do mundo. Ele  vai utilizar técnicas estatísticas para desenvolver maneiras de realizar testes em Big Data que não pode ser armazenada em um único computador devido a questões de privacidade.

 

Do Ceará para Israel. 

Rodney Fonseca

Sou natural de Fortaleza-Ceará e fiz a minha graduação em Estatística na Universidade Federal do Ceará. Durante a graduação, comecei a realizar estudos de pesquisa quando participei do Programa de Educação Tutorial (PET). Em seguida consegui uma bolsa de iniciação científica para trabalhar com o professor Juvêncio Nobre em modelagem estatística, desenvolvendo trabalhos que teriam como frutos a minha monografia, meu primeiro artigo científico e um prêmio como finalista entre os 5 melhores trabalhos em Estatística no país no nível de graduação. Decidi seguir na área acadêmica e ingressei no mestrado em Estatística da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), para trabalhar com o professor Francisco Cribari-Neto em modelos de probabilidade e modelagem de dados positivos, com bolsa financiada pelo CNPq. Nossos trabalhos renderam três artigos científicos e bastante aprendizado. Na UFPE também investi tempo em conceitos importantes para pesquisadores em Estatística (matemática, inglês, programação, etc), pois já tinha planos de fazer doutorado.

A oportunidade de fazer doutorado na Unicamp veio através do professor Aluísio Pinheiro, com quem tive um projeto aprovado para receber uma bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (FAPESP). Nosso trabalho foi em um tema variado e que pude utilizar em diversas aplicações, imagens de satélite, dados financeiros, neuroimagens, dados de Covid-19, etc.: métodos de ondaletas em dados funcionais.

 Durante o doutorado também tive um projeto aprovado pela FAPESP para passar um ano nos Estados Unidos trabalhando com o professor Debashis Mondal, da Oregon State University. No exterior, fiz pesquisas também com métodos de ondaletas, mas em diferentes problemas: análise de vazões de rios, dados de corridas de táxi, etc. Tais experiências durante o doutorado foram bastante enriquecedoras para a minha formação como cientista, tanto no lado técnico/teórico, como pelo lado da aplicação de resultados em problemas variados.

 Sou muito grato às agências de financiamento que me ajudaram a seguir sonhando em me tornar um pesquisador e fiquei extremamente contente com a oportunidade proporcionada pelos Amigos do Weizmann para seguir mais longe ainda nessa jornada científica. É muito gratificante saber que contamos com incentivos desse tipo a brasileiros mesmo em tempos difíceis e espero seguir contribuindo com o desenvolvimento científico no Brasil, para futuramente inspirar mais jovens a sonharem em se tornar cientistas.

 

O que vai fazer no Weizmann

No Instituto Weizmann, o Dr. Rodney Fonseca vai utilizar as técnicas estatísticas que estudou no doutorado na Unicamp para desenvolver maneiras de realizar testes em enormes conjuntos de dados que não podem ser armazenados em um único computador devido a questões de privacidade.

Hoje se geram grandes volumes de dados, o que exige que técnicas eficientes sejam usadas para analisá-los. No Instituto Weizmann, ele vai avançar nas pesquisas sobre uma maneira  de representar  dados já  empregada em engenharia na análise de sinais digitais, (a aplicação de ondaletas em dados funcionais) para investigar o problema de análise distribuída de dados, uma linha de pesquisa recente na área de Big Data (enormes conjuntos de dados). A análise distribuída é necessária quando todos os dados não podem ser armazenados em um único computador e devem ser separados em várias máquinas, algo que ocorre, por exemplo, com dados hospitalares que não podem ser compartilhados devido à questões de privacidade dos dados dos pacientes. Realizarei o programa de pós-doutorado no laboratório do Prof. Boaz Nadler do Departamento de Ciências da Computação e Matemática Aplicada do Instituto Weizmann de Ciências, que  já trabalha no desenvolvimento de métodos para esse tipo de problema em análise de dados.

Rodney Fonseca

“Meu programa favorito quando criança foi a série Poeira das Estrelas”

Idade

27 anos

De onde é

Fortaleza, Ceará.

Como você começou a gostar da ciência?

Sempre gostei dos programas de televisão sobre ciência. O meu programa favorito quando criança foi a série “Poeira das Estrelas”, produzida pelo físico Marcelo Gleiser.

Quando foi que decidiu virar cientista?

A decisão de virar cientista só veio na faculdade, quando comecei a trabalhar em projetos de pesquisa. Acho que a maior divulgação hoje em dia de diversas pessoas trabalhando com pesquisa deve ajudar os jovens cada vez mais cedo a contemplar uma carreira de cientista como profissão.

O que é o que mais gosta do seu trabalho?

Assim como disse um famoso estatístico americano chamado John Tukey, a melhor parte de ser estatístico é que você tem a chance de brincar no quintal de todo mundo. A possibilidade de trabalhar com dados dos mais variados tipos de problemas é fascinante e uma ótima oportunidade de se aprender sobre várias áreas da ciência, como biologia, medicina, engenharia, etc.

Quais são as suas expectativas no Weizmann?

Espero aprender mais sobre temas de pesquisa recentes e bastante relevantes em estatística e ciência de dados. O desenvolvimento de bases teóricas e algoritmos para métodos em Big Data é um tópico bastante investigado nas mais prestigiadas universidades no mundo. Trabalhando com o professor Boaz Nadler, atual diretor do centro de pesquisa em ciência de dados do Instituto Weizmann, espero aprender bastante e contribuir com o avanço dessa área no Brasil futuramente.

Como tomou conhecimento da bolsa?

Os professores da Unicamp Aluísio e Hildete Pinheiro foram quem me enviaram detalhes sobre a bolsa no Instituto Weizmann. Eles sabiam que eu estava perto de defender a minha tese de doutorado e que tinha vontade de seguir na carreira acadêmica, então me sugeriram tentar essa oportunidade.

O “liga e desliga” da fome no cérebro

As cientistas que podem nos tirar a fome (l-D) Dra Oksana Degtjarik, Dra Moran Shalev-Benami e doutoranda Hadar Israeli

  O “liga e desliga” da fome no cérebro

15.04.2021

 

Cientistas do Weizmann revelaram a estrutura 3D da molécula que processa os sinais metabólicos relacionados ao equilíbrio energético do corpo e envia os comandos que nos fazem sentir saciados.

Em um estudo publicado na revista  Science , pesquisadores do Instituto Weizmann de Ciências, juntamente com colegas da Queen Mary University of London e da Universidade Hebraica de Jerusalém, revelaram o mecanismo de ação do interruptor mestre para a fome no cérebro. O receptor MC4 é ativado por uma droga recentemente aprovada para o tratamento da obesidade grave (Setmelanotide).

O caminho para criar melhores fármacos para a obesidade começou pelo pedido de uma família que tinha ao menos oito membros com fome persistente. A história desta família de obesos mórbidos sensibilizou a Hadar Israeli (foto) doutoranda na Universidade Hebraica de Jerusalém. A família tinha uma única mutação no receptor MC4 então ela recorreu à Dra. Moran Shalev-Benami (foto) do Departamento de Biologia Química e Estrutural do Weizmann, perguntando se novos avanços na microscopia eletrônica poderiam ajudar a explicar como essa mutação em particular poderia produzir um efeito tão devastador.

Shalev-Benami iniciou um estudo e convidou a Israelii ao seu  laboratório como cientista visitante. Juntamente com a Dra. Oksana Degtjarik (foto), bolsista de pós-doutorado no laboratório, determinaram sua estrutura 3D usando microscopia eletrônica criogênica.

O receptor MC4 está presente em uma região cerebral que computa o equilíbrio energético do corpo processando uma variedade de sinais metabólicos.  Quando os níveis de energia caem, se produz um hormônio “tempo para comer” que inativa, ou desliga o receptor MC4, enviando um sinal de “ficar com fome”. Depois de comermos, um segundo, o hormônio “estou satisfeito” é liberado, se liga ao mesmo local trazendo-nos de volta ao padrão de saciedade. Mutações que inativam o MC4 fazem com que as pessoas sintam fome constante e agora é um alvo primordial para drogas anti-obesidade. Até agora não se sabia como exatamente essa troca de fome funciona.

Saiba mais: The Hunger Games: Uncovering the Secret of the Hunger Switch in the Brain

A misteriosa beleza do universo

 A misteriosa beleza do universo

26.04.2021

 

À medida que uma estrela se aproxima de um  buraco negro, as enormes forças das marés estendem-na até ser completamente fragmentada. Metade dos detritos estelares é arremessado de volta ao espaço. A parte restante forma um disco rotativo do qual saem disparados, para cima e para baixo, dois fortes ventos de matéria. O sistema age como um poderoso acelerador de partículas natural. Os cientistas pegaram um único neutrino lançado pelo sistema em direção à Terra. O que ele revela sobre as fontes cósmicas dessas partículas misteriosas?

Animação: DESY, Science Communication Lab

 

Saiba mais: Reading a Message Carried on a Distant Tide

 

 

Mulheres na ciência: Entrevista com o Profa. Idit Shachar

 Mulheres na ciência: Entrevista com o Profa. Idit Shachar

19.04.2021

 

A Chefe do Escritório para o Avanço das Mulheres na Ciência e Igualdade de gênero no Instituto Weizmann de Ciências, fala sobre o caminho para uma melhor representação das mulheres cientistas na academia.

 

Saiba mais: Paving the Way for the Future of Women Scientists

Análise do Weizmann demonstra o efeito real da vacinação anti-covid em Israel

 

 Análise do Weizmann demonstra o efeito real da vacinação anti-covid em Israel

A diminuição de novos casos e internações foi maior e mais precoce em indivíduos com mais de 60 anos, seguida pelas faixas etárias mais jovens, por ordem de priorização da vacinação. Esse padrão foi mais acentuado em cidades vacinadas precocemente, e não foi observado no lockdown anterior. A análise da equipe do Prof. Eran Segal, que diferencia o benefício da imunização e dos efeitos do lockdown, foi publicado na Nature Medicine.

Análise retrospectiva dos dados do Ministério da Saúde israelense coletados entre 28 de agosto de 2020 e 24 de fevereiro de 2021 permitiu estudar a dinâmica temporal do número de novos casos e internações do COVID-19 após a campanha de vacinação iniciada em dezembro e distinguir os efeitos do lockdown. A análise revelou que pouco mais de 2 meses após o início da campanha de vacinação, com 85% dos indivíduos com mais de 60 anos já vacinados com duas doses (24 de fevereiro de 2021), houve uma queda de aproximadamente 77% nos casos, uma queda de 45% no percentual positivo de exames, uma queda de 68% nas internações e uma queda de 67% nas internações graves em relação aos valores de pico. A diminuição foi maior e mais precoce em indivíduos com mais de 60 anos, seguida pelas faixas etárias mais jovens, por ordem de priorização da vacinação. Esse padrão não foi observado no lockdown anterior, e foi mais acentuado em cidades vacinadas precocemente A melhora no número de pacientes hospitalizados ficou evidente aproximadamente 3 a 4 semanas após o início da campanha de vacinação.

Apesar da ampla disponibilidade de vacinas, áreas em Israel com menor nível socioeconômico têm taxas de vacinação mais baixas e maiores taxas de infecção. Maiores esforços devem, portanto, ser feitos para incentivar essas populações a se vacinar e tornar as vacinas ainda mais acessíveis a elas, concluem os pesquisadores, dos departamentos de Ciências da Computação e Matemática Aplicada e de Biologia Celular Molecular do Instituto Weizmann de Ciências.

Os cientistas avaliaram a eficácia da campanha nacional de vacinação na vida real de um total de 3.210.200 indivíduos vacinados com as duas doses da vacina (e 711.949  recuperados). Os dados incluíram informações sobre idade, sexo, data do teste positivo da PCR, data de internação, estado clínico durante a internação e data de morte ou recuperação para cada indivíduo, e número de doses diárias de vacina, separadas para primeira e segunda doses, administradas em cada cidade por faixas etárias (escala de 10 anos).

“Embora nossos dados sejam preliminares, eles têm grandes implicações na saúde pública para a luta contra a pandemia COVID-19.” Alertam, no entanto, que são necessários mais estudos para avaliar a eficácia da vacinação na redução da transmissão do SARS-CoV-2.

Saiba mais: COVID-19 dynamics after a national immunization program in Israel

Bactérias podem ajudar na resposta imunológica anticâncer

 Bactérias podem ajudar na resposta imunológica anticâncer

17.03.2021

 

A imunoterapia contra o câncer pode ter um impulso em uma direção inesperada: bactérias que residem dentro das células tumorais.

Em um novo estudo publicado na Nature, pesquisadores do Instituto Weizmann de Ciências e seus colaboradores descobriram que o sistema imunológico “vê” essas bactérias e mostraram que podem ser aproveitadas para provocar uma reação imunológica contra o tumor. O estudo também pode ajudar a esclarecer a conexão entre a imunoterapia e o microbioma intestinal, explicando a descoberta em pesquisas anteriores de que o microbioma afeta o sucesso da imunoterapia.

Conheça mais do avanço liderado pela professora Yardena Samuels do Departamento de Biologia Celular Molecular de  Instituto Weizmann de Ciências

Saiba mais: Bacteria May Aid Anti-Cancer Immune Response