{"id":6603,"date":"2019-01-27T22:43:13","date_gmt":"2019-01-27T22:43:13","guid":{"rendered":"http:\/\/amigosdoweizmann.org.br\/stage\/?p=6603"},"modified":"2019-01-27T22:47:17","modified_gmt":"2019-01-27T22:47:17","slug":"a-sensibilidade-das-plantas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/amigosdoweizmann.org.br\/stage\/a-sensibilidade-das-plantas\/","title":{"rendered":"A sensibilidade das plantas"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" class=\" wp-image-6604 aligncenter\" src=\"http:\/\/amigosdoweizmann.org.br\/stage\/wp-content\/uploads\/2019\/01\/sensibilidade-plantas.png\" alt=\"\" width=\"533\" height=\"308\" \/><\/p>\n<h3 style=\"text-align: center;\"><strong><img loading=\"lazy\" class=\"alignnone size-full wp-image-4217\" src=\"http:\/\/amigosdoweizmann.org.br\/stage\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/miniflag-israel.jpg\" alt=\"\" width=\"27\" height=\"15\" srcset=\"https:\/\/amigosdoweizmann.org.br\/stage\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/miniflag-israel.jpg 27w, https:\/\/amigosdoweizmann.org.br\/stage\/wp-content\/uploads\/2017\/04\/miniflag-israel-768x426.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 27px) 100vw, 27px\" \/> A sensibilidade das plantas<\/strong><\/h3>\n<p>Um novo estudo do Instituto Weizmann de Ci\u00eancias, mostra que as plantas ajustam a <span style=\"color: #00add8;\">fotoss\u00edntese<\/span> a mudan\u00e7as r\u00e1pidas de luz usando um sistema sofisticado de detec\u00e7\u00e3o, muito do modo que o olho humano responde a varia\u00e7\u00f5es na intensidade da luz. Esta regula\u00e7\u00e3o opera em intensidades de pouca luz, quando a fotoss\u00edntese \u00e9 mais eficiente, mas tamb\u00e9m mais <span style=\"color: #00add8;\">vulner\u00e1vel<\/span> ao aumento repentino de luz.<\/p>\n<p>O Prof. Avihai Danon, do Departamento de Plantas e <span style=\"color: #00add8;\">Ci\u00eancias ambientais<\/span>, e seus colegas avaliaram a <span style=\"color: #00add8;\">fluoresc\u00eancia<\/span> (luz reemitida pela planta por fotoss\u00edntese n\u00e3o produtiva, utilizada como proxy n\u00e3o invasivo para medir os n\u00edveis de fotoss\u00edntese) com baixa exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz. Como relatado em iScience, os cientistas viram que a fluoresc\u00eancia em vez de subir consideravelmente quando a luz ficou mais forte, subiu por um curto tempo em cada passo e em seguida caiu de volta para o n\u00edvel inicial. Cada vez seu pico era menor do que na etapa anterior.<\/p>\n<p><span style=\"color: #00add8;\">Os pesquisadores descobriram<\/span> que quando a luz ficou mais forte, poucos f\u00f3tons chegaram ao centro de rea\u00e7\u00e3o fotossint\u00e9tica da planta, menor numero do que seria esperado a partir do aumento da intensidade da luz. Cada vez, os pesquisadores tiveram que dobrar a intensidade da luz para produzir o mesmo pico de fluoresc\u00eancia do passo anterior, um padr\u00e3o t\u00edpico de mecanismos sensoriais em bact\u00e9rias, animais e seres humanos. As plantas t\u00eam esta estrat\u00e9gia para quando as circunst\u00e2ncias mudam. Por exemplo, quando as nuvens v\u00eam e v\u00e3o ou quando o vento altera o <span style=\"color: #00add8;\">\u00e2ngulo das folhas ao sol<\/span>.<\/p>\n<p>Estas descobertas fornecem evid\u00eancias de que em condi\u00e7\u00f5es de pouca luz, os mecanismos de controle da fotoss\u00edntese assemelham-se \u00e0queles que operam em sistemas <span style=\"color: #00add8;\">sensoriais<\/span> como o da vis\u00e3o humana, por exemplo.<\/p>\n<p>Leia not\u00edcia completa: <em><strong><a href=\"https:\/\/wis-wander.weizmann.ac.il\/life-sciences\/plants-blink-proceeding-caution-sunlight\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Plants Blink: Proceeding with Caution in Sunlight<br \/>\n<\/a><\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A sensibilidade das plantas Um novo estudo do Instituto Weizmann de Ci\u00eancias, mostra que as plantas ajustam a fotoss\u00edntese a mudan\u00e7as r\u00e1pidas de luz usando um sistema sofisticado de detec\u00e7\u00e3o, muito do modo que o olho humano responde a varia\u00e7\u00f5es na intensidade da luz. Esta regula\u00e7\u00e3o opera em intensidades de pouca luz, quando a fotoss\u00edntese \u00e9 mais eficiente, mas tamb\u00e9m mais vulner\u00e1vel ao aumento repentino de luz. O Prof. Avihai Danon, do Departamento de Plantas e Ci\u00eancias ambientais, e seus colegas avaliaram a fluoresc\u00eancia (luz reemitida pela planta por fotoss\u00edntese n\u00e3o produtiva, utilizada como proxy n\u00e3o invasivo para medir os n\u00edveis de fotoss\u00edntese) com baixa exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 luz. Como relatado em iScience, os cientistas viram que a fluoresc\u00eancia em vez de subir consideravelmente quando a luz ficou mais forte, subiu por um curto tempo em cada passo e em seguida caiu de volta para o n\u00edvel inicial. Cada vez seu pico era menor do que na etapa anterior. Os pesquisadores descobriram que quando a luz ficou mais forte, poucos f\u00f3tons chegaram ao centro de rea\u00e7\u00e3o fotossint\u00e9tica da planta, menor numero do que seria esperado a partir do aumento da intensidade da luz. Cada vez, os pesquisadores tiveram que dobrar a intensidade da luz para produzir o mesmo pico de fluoresc\u00eancia do passo anterior, um padr\u00e3o t\u00edpico de mecanismos sensoriais em bact\u00e9rias, animais e seres humanos. As plantas t\u00eam esta estrat\u00e9gia para quando as circunst\u00e2ncias mudam. Por exemplo, quando as nuvens v\u00eam e v\u00e3o ou quando o vento altera o \u00e2ngulo das folhas ao sol. Estas descobertas fornecem evid\u00eancias de que em condi\u00e7\u00f5es de pouca luz, os mecanismos de controle da fotoss\u00edntese assemelham-se \u00e0queles que operam em sistemas sensoriais como o da vis\u00e3o humana, por exemplo. 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