Weizmann Talks – Escola de Verão – Bolsistas 2017 apresentam sua experiência

Weizmann Talks no Clube A Hebraica SP

Jovens relatam experiências inesquecíveis e transformadoras
vivenciadas no Instituto Weizmann de Ciências

No domingo, 17 de setembro, Maria Eduarda Santos de Almeida, Daniel
Burghardt, Luiz Fernando da Silva Borges e Vinicius Muller emocionaram o
público presente ao dividirem as experiências e projetos dos quais
participaram durante o mês de julho na Escola de verão do Instituto
Weizmann de Ciências.
Durante quase duas horas os jovens deram relatos sobre como se sentiram
ao saber que ganharam a bolsa para o Weizmann e do projeto desenvolvido
por cada um, enfatizando o acesso aos mais modernos laboratórios e a
troca de experiência com mais de 80 alunos provenientes de 15 países
diferentes, mas que segundo eles, são todos muito parecidos e têm em
comum o mesmo amor pela ciência.

Esse ano, a apresentação contou com a presença de Kawoana Vianna,
bolsista do Weizmann em 2013. Líder do grupo “Cientista Beta” ela
demostrou por que é reconhecida como uma das pessoas que mais inspira
os jovens do Brasil no envolvimento pessoal na ciência de alta qualidade.

“Da mesma forma que os Amigos do Weizmann me apoiaram naquela
época, criei o projeto Cientista Beta para levar a ciência para jovens do
Ensino Médio para que eles saibam que oportunidades como essa existem”,
destacou.

“Tivemos uma noite inspiradora e saímos muito enriquecidos ao constatar
toda a experiência que vocês adquiriram ao participar da Escola de Verão
do Weizmann, o que nos deixa mais motivados ainda. A geração de vocês
é a nossa grande esperança para termos um Brasil melhor”, destacou o
presidente da Associação de Amigos do Weizmann no Brasil, Mario Fleck.

“Precisamos criar conhecimento. Usar é bom, mas criar é necessário.
Acredito no poder transformador da Ciência e nessa juventude. Esse é o
Brasil em que acredito, esse é o Brasil que dá certo”, complementou a vice-
presidente dos Amigos do Weizmann, profa. Regina P. Markus
Os quatro jovens compartilharam com o público como foi o desafio de
vivenciar ciência 24 horas por dia, as vezes em assuntos que mal
conheciam. Trabalho de bancada e seminários de área foram o foco
durante as primeiras semanas e em seguida o grupo realizou trabalho de
campo próximo ao Mar Morto. Mostraram fotos deste ecossistema único e
peculiar, lembraram eventos muito inspiradores, como o jantar na
residência do Presidente do Instituto Weizmann, os passeios pelo mar,
Jerusalém, as visitas aos museus e a experiencia no deserto. Muitos deles
destacaram como foi enriquecedor entender a cultura e vivenciar o dia a
dia em um país tão pequeno, mas que causa um impacto tão grande no
mundo. Não faltaram agradecimentos ao Grupo de Amigos do Weizmann,
por ter propiciado essa experiência inesquecível e transformadora.

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